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Na contramão da crise: veja as áreas que mais ofertam emprego

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Na contramão da crise: veja as áreas que mais ofertam emprego

A lenta recuperação econômica e expansão dos postos de emprego que vinha sendo experimentada pelo Brasil foi devastada pela pandemia da Covid-19, em pouco mais de dois meses de crise epidemiológica. A doença atinge os estados brasileiros em grande escala de contágio e o setor econômico é o mais afetado – atrás apenas do sistema de saúde.

Embora o saldo geral da economia seja negativo, com redução dos empregos e projeção de queda do Produto Interno Bruto (PIB), na contramão desse cenário, algumas áreas profissionais chegaram a aumentar a oferta de empregos em até 700%, conforme levantamento divulgado pelo Catho, site especializado em empregos. O crescimento pontual, naturalmente, é liderado pelas áreas da saúde – atualmente sobrecarregadas com o avanço da doença.

Quem puxa a lista de oferta de empregos é a área de enfermeiros de UTI. Segundo o site, o crescimento de vagas de março para abril chega a 718%, seguido por técnico de enfermagem, com 708%.

O setor varejista também cresceu nesse cenário pandêmico. Como o comércio considerado não essencial está fechado, por força de decretos governamentais, os supermercados precisaram contratar para dar conta da demanda de consumidores. As vagas para auxiliar de loja cresceram 691%.

O levantamento traz ainda crescimentos consideráveis em vagas para bombeiro civil (500%), enfermeiro (387%), operador de caixa (210%) e repositor (203%). Encarregado de limpeza, auxiliar de farmácia, motorista, assistentes de transporte e de logística, auxiliar de logística, farmacêutico, auxiliar de serviços gerais e técnico de equipamentos médicos completam uma lista de 16 áreas profissionais com crescimento observado.

Aracaju

Na capital sergipana, mesmo no cenário de crise e fechamento da maior parte do comércio, houve oferta de vagas de empregos. De acordo com a Fundat, durante o mês de abril houve ofertas, principalmente, para vagas de auxiliar de serviços gerais, auxiliar administrativo, confeiteiros, agentes de portaria e secretaria.

Por Ícaro Novaes em Infonet