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Saiba como tirar vantagem na entrevista por telefone

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Quem está inserido no mercado de trabalho ou está à procura do primeiro emprego certamente já recebeu ao menos uma ligação de algum recrutador falando sobre uma vaga de emprego. A chamada triagem por telefone é o primeiro contato dos RHs com os candidatos em processos seletivos, e pode ser a oportunidade de largar na frente dos concorrentes.

A priori, o recrutador repara no tom de voz, clareza na comunicação e objetividade do avaliado em relação às perguntas. Também existem casos em que é possível perceber se a pessoa do outro lado da linha está falando ou não com propriedade sobre o assunto abordado.

“Nessa conversa é avaliado o real interesse do candidato em participar do processo e também a maneira como se ele comporta, as palavras que emprega, a correta utilização do idioma, além de checar algumas informações que não estão no currículo. Dá também para saber se os candidatos preenchem alguns requisitos técnicos para o cargo”, explica a consultora executiva da Luandre, Sandra Assis.

Ainda para a consultora, é importante que o candidato demonstre que tem interesse, que se motivou com a oportunidade e, principalmente, deve agradecer o contato.

Recomenda-se buscar um lugar silencioso para falar – se atender ao telefone em um local mais conturbado, peça um instante para o recrutador e busque continuar com a conversa em um lugar mais reservado. Se for impossível sair do ambiente barulhento, vá em frente, mas é importante avisar o entrevistador dessas condições.

Na ligação, é essencial ser cordial, simpático e objetivo, mas ao mesmo tempo fazer este curto tempo ser algo agradável aos ouvidos do recrutador. Dependendo do contexto da conversa, é permitido fazer até alguma brincadeira para “quebrar o gelo”. Esse é um bom artifício para que o próprio candidato se sinta mais a vontade para responder às perguntas.

“Existem candidatos que querem ser tão informais e descontraídos que acabam passando do ponto, e isso com certeza pode eliminá-los”, alerta Irene Azevedo, professora BBS Business School e especialista em RH.

Fonte: Redação Catho